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terça-feira, julho 05, 2011

Incrível! Marceneiro cego é exemplo de vida.

Uma história que deveria servir de lição para muita gente que reclama da sorte. Um marceneiro com deficiência visual chama a atenção na cidade de Pontes e Lacerda-MT.

segunda-feira, maio 30, 2011

Atleta paraolímpico tem apoio de irmão no Ironman em Florianópolis

A lição é de cumplicidade, devoção e superação de limites: como irmãos podem ser mais do que irmãos. A inspiração veio de outra história emocionante exibida no “Fantástico” há quase três anos: o exemplo do americano Dick Hoyt, um pai que não mediu esforços para ajudar Rick, o filho com paralisia cerebral, a participar de maratonas e triatlos.
“Esta história é um grande exemplo de vida para sociedade contemporânea. Para nós, é uma grande inspiração”, diz o professor de história e triatleta Arthur Pires.
Arthur é triatleta. O irmão, Chiquinho, nasceu com uma severa deformidade na coluna vertebral que limita a capacidade respiratória e desequilibra o andar. “Dificuldade, barreira e impedimento isso não tem. A cada desejo, a cada sonho é um passo a mais”, afirma Chiquinho Pires, que também é professor de história.
O novo passo de Chiquinho era gigante: participar do Ironman, o duríssimo triatlo de longas distâncias. Foi o desafio que fez ao irmão. Ao todo, são dois mil atletas inscritos e entre eles Arthur e Chiquinho. O desafio que eles têm pela frente é nadar 3,8 quilômetros, depois pedalar 180 quilômetros e por fim correr uma maratona de 42 quilômetros.
No meio de um cardume de nadadores, Arthur reboca Chiquinho em um pranchão de surfe. O ciclismo é a etapa mais longa. A bicicleta é adaptada com dois assentos. Na maratona, Chiquinho vai em uma cadeira que lembra uma espécie de triciclo. Os passos firmes de Arthur tornam realidade o sonho do irmão, que não aceita limites para viver.
“Uns nos acham ocos, outros nos acham um exemplo a ser seguido. Mas nós queremos curtir nosso barato”, disse Chiquinho.

terça-feira, maio 03, 2011



Alguns anos atrás li uma história que ficou gravada indelevelmente em minha mente.

Uma senhora que vivia tentando por muitos anos ter um filho, viu seu sonho realizado.
Recebeu dos braços da enfermeira um lindo bebê.
Porém, qual não foi a sua surpresa quando notou que a criança havia nascido sem orelhas.
Preocupada, perguntou ao médico se o menino tinha perfeita audição.
Um exame foi realizado e ficou constatado que o aparelho auditivo era normal.
A mãe, conformada, levou o filho para casa. Seu amor não diminuiu pela criança, mas à medida que esta crescia observava o tratamento que outras crianças lhe davam.
Com freqüência seu filho voltava para casa chorando! Isso era como uma punhalada a ferir e magoar o coração daquela mãe.
Consultou o médico, novamente perguntando se algo poderia ser feito pelo filho. O doutor revelou que se encontrassem alguém que doasse um par de orelhas, poderiam tentar um implante quando o rapaz chegasse aos 21 anos.
Os anos se passaram e um dia os pais revelaram a alvissareira notícia de que tinham encontrado alguém para doar as orelhas.
A operação foi realizada com grande êxito. Qual não era a satisfação e a alegria daquela mãe ao contemplar o jovem, olhando-se no espelho e dizendo:
- Veja, mãe, sou agora como todos os outros rapazes. Voltava-se então, para sua mãe e lhe perguntava:
- Mamãe, quem foi que me doou este par de orelhas?
- Ah! Meu filho, agora não podemos revelar-lhe ma um dia irá saber.
Passaram-se os anos e o jovem casou-se e teve filhos, todos normais.
Certa feita, ocorreu uma das grandes tristezas deste mundo: havia perdido sua mãe.
Na sala funerária, pai e filho, olham pela última vez o corpo inerte, gélido, daquela senhora tão bondosa. Depois que todos saíram, o pai diz ao filho:
- Meu filho, venha comigo despedir-nos de sua mãe.
Ambos se aproximaram do esquife e ali pela última vez o filho contemplou sua querida mãe.
De repente, para surpresa daquele filho, o pai puxa de lado os longos cabelos negros de sua esposa e o filho observa, pela primeira vez que sua mãe não tinha mais orelhas.

Esta é a grande dimensão do Amor! Oferta! Sacrifício!

sábado, abril 30, 2011

Será que eu posso?

A vida muitas vezes pode nos mostrar que nem tudo podemos fazer,porem eu digo que nós mesmos dizemos isso, pois nós mesmos colocamos limites onde não tem.
Nesse final de semana tive o privilegio de eliminar esses obstáculos pois eu decidi EU POSSO, EU VOU,tive em um sitio onde tinha piscina um belo campo de futebol ai eu vi todos os meus amigos se divertindo e eu lá no canto com meus limites;
Então eu disse: EU VOU também e entrei dentro da piscina depois eles foram para o campo e eu fiquei me perguntando: será que eu posso ?
daí cheguei a conclusão que eu poderia
e fui e joguei no gol. nossa que experiencia! fiquei muito feliz pois apartir desse dia eu vi que os limites eles vão ate onde Nós deixarmos...


sexta-feira, abril 08, 2011

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